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21 de junho de 2015

Festa Junina 2015

                                             

       ARRAIÁ DO HD

ACONTECEU NO DIA 20/06  MAIS UMA EDIÇÃO DA FESTANÇA JUNINA DO HD.

 
 
                                                                                      FOTOGRAFIAS BY TIA LUCIENE CALDAS



 


 
 
 


 










 
 






















 
 
 
 
 






 
 
 




 
 
 













 
 
 
 
 
 
 



 

 
 
         VALEU EQUIPE HD, VALEU ALUNOS, VALEU FAMÍLIA,POR TEREM ABRILHANTADO A NOSSA FESTA!!!

 

20 de maio de 2015

Parabéns queridos pedagogos!




DIA DO PEDAGOGO
    PARABÉNS PEDAGOGOS DO HEITOR DIAS, PELA  INTERVENÇÃO DE VOCÊS, NESSE PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO!

Educar e educar-se, na pratica da liberdade, é tarefa daqueles que pouco sabem, por isto sabem que sabem algo e podem assim chegar a saber mais, em diálogo com aqueles que, quase sempre, pensam que nada sabem, para que estes, transformando o seu pensar, que nada sabem em saber que nada sabem, possa igualmente saber mais" (Paulo Freire).

 20 de Maio de 2015

12 de maio de 2015

Dia da Abolição


No ano de 1888 a escravidão foi abolida através da Lei Áurea, que foi assinada pela princesa Isabel no dia 13 de maio daquele ano. Essa medida beneficiou uma grande quantidade de escravos que ainda existia no país. Por outro lado, essa mesma medida incomodou os vários proprietários de terra que ainda dependiam da exploração do trabalho escravo para produzirem gêneros agrícolas em suas propriedades. Contudo, não podemos achar que a escravidão acabou no Brasil do dia para a noite.
No século XIX já havia movimentos que defendiam o fim da escravidão. Diversos pensadores dessa época já consideravam a escravidão um abuso e um grande problema para qualquer nação que tivesse a intenção de se desenvolver. A partir da década de 1850, percebemos que o movimento abolicionista no Brasil começou a ter maior visibilidade e isso se deve a alguns acontecimentos importantes que marcaram essa mesma época.
Em 1845, os ingleses impuseram uma lei realizando a prisão de toda a embarcação que estivesse no Oceano Atlântico transportando escravos africanos. Isso fez com que o número de escravos vindos para o Brasil diminuísse e o preço deles se elevasse justamente num tempo em que as lavouras de café aumentavam no país. Pouco tempo depois, no ano de 1850, o governo brasileiro aprovou a Lei Eusébio de Queirós. Essa lei proibia definitivamente a importação de escravos para o país. Desse modo, o preço do escravo ficou ainda mais caro para os grandes proprietários de terra.
Para suprir a falta de escravos, os proprietários de terra passaram a atrair imigrantes europeus que ocupariam as vagas de trabalho existentes nas lavouras. Para alguns intelectuais brasileiros, essa presença era benéfica na medida em que os europeus eram considerados “superiores”. Mais do que trazer a cultura europeia para o Brasil, a presença dos imigrantes viria, ao longo das décadas, promover o “branqueamento” da nossa população. Esse era outro argumento dos intelectuais que na época, infelizmente, acreditavam que os negros e mestiços eram grupos raciais com menor capacidade intelectual.
Após a Lei Eusébio de Queirós, podemos destacar outras leis abolicionistas que foram aprovadas pelo governo de Dom Pedro II. No ano de 1871, a Lei do Ventre Livre determinou que todos os filhos de escravos nascidos a partir daquela data estariam livres. Apesar de livrar as próximas gerações da escravidão, essa medida só era aplicada assim que o filho de escravo atingisse os 21 anos de idade. O filho de escravo passava uma parte de sua infância e juventude na fazenda junto aos demais escravos, tendo sua força de trabalho explorada. Além disso, após atingir a maioridade, encontrava dificuldades em abandonar seus pais e enfrentar uma vida incerta.
Dezesseis anos mais tarde, no ano de 1885, a Lei dos Sexagenários livrava os escravos com mais de sessenta anos da escravidão. A medida também tinha uma aparência benéfica. Contudo, era muito pequena a quantidade de escravos com mais de sessenta anos. No século XIX, a média de idade da população girava em torno dos quarenta anos de idade. Além disso, devemos lembrar que um escravo idoso trazia mais despesa do que lucro para o seu proprietário. Sendo assim tal lei teria um impacto pequeno na população de escravos.
Quando atingimos a década de 1880, vemos que diferentes setores da sociedade defendiam o fim da escravidão. Ao mesmo tempo, devemos salientar que um número significativo de proprietários de terra empregava a mão de obra dos imigrantes europeus no lugar dos escravos, que tinham um preço ainda mais elevado nessa época. Dessa forma, já tínhamos a clara impressão que a extinção do trabalho escravo no Brasil seria uma questão de tempo.
Sendo assim, no ano de 1888, quando a princesa Isabel estabeleceu o fim da escravidão pela Lei Áurea, essa modalidade de exploração da mão de obra se mostrava inviável. Devemos aqui destacar que a abolição só deu fim à escravidão, mas não deu fim à exploração do trabalho dos ex-escravos. Afinal de contas, a Lei Áurea não contava com nenhum tipo de auxílio ou projeto que facilitasse o grande número de negros libertos a serem devidamente inseridos na sociedade brasileira.
Observando todos esses fatos que marcam o fim da escravidão no Brasil, temos a nítida impressão que tudo ocorreu de modo lento. Da lei Eusébio de Queirós até a Lei Áurea passaram-se quase quarenta anos. Ao mesmo tempo, as leis aprovadas nesse meio tempo eram de impacto lento ou muito tímido. Por fim, vemos que a lei que encerra a exploração da força de trabalho dos negros não falava sobre os desafios e problemas que essa grande parcela da população enfrentaria a partir daquele momento.

Por Rainer Gonçalves Sousa
Graduado em História pela Universidade Federal de Goiás - UFG
Mestre em História pela Universidade Federal de Goiás - UFG

26 de abril de 2015

Volta às aulas



"Aprendizagem: uma prática compartilhada."


O maior desafio nesse inicio de século é nos organizarmos em redes interativas que aprendam de forma integrada o que querem, e como agir em direção aos melhores resultados e efeitos.
Compartilhar experiências implica na formação de uma rede de interesses, ideias e ações com metas e objetivos evidentes entre as pessoas.
                                                                                                                               sergio spritzer

                    Desejamos a "família Heitor Dias", que todos possam tirar de letra este espetacular desafio e que no decorrer deste ano letivo,consigam os melhores dos resultados nos seus fazeres pedagógicos!

"Um excelente educador não é um ser humano perfeito, mas alguém que tem serenidade para se esvaziar e sensibilidade para aprender."

                                                                                                                                                                      Augusto Cury*

" Educar é semear com sabedoria e colher com paciência".




 Queridos alunos,vocês já são vitoriosos de

 estarem aqui, e com certeza serão alunos

 brilhantes . 




  BEM VINDOS E UM ÓTIMO ANO LETIVO!



16 de abril de 2015

A VOZ NOSSA DE TODO DIA




A voz do professor: instrumento de trabalho.
Marcadores: A voz do professor
Dicas e orientações para manter a Saúde Vocal dos Professores
Fonte: Revista Maringá Ensina

Relações entre trabalho, saúde e qualidade de vida  são imprescindíveis para o bem-estar do profissional da educação
A voz é o meio de comunicação mais utilizado pelo ser humano, tendo esta  características próprias. Como a nossa fisionomia, varia de acordo com a idade, sexo, personalidade e estado emocional. É através da voz que expressamos nossas ideias, sentimentos e pensamentos.
A voz é produzida pelas pregas vocais, localizadas na região do pescoço, mais precisamente na laringe, e encontram-se afastadas durante a inspiração e a expiração, permitindo a passagem do ar livremente. A produção vocal ocorre a partir da aproximação e vibração das pregas vocais no momento da expiração, devido à força provocada pela passagem do ar vindo dos pulmões.
O som produzido na laringe é amplificado pelas cavidades de ressonância (faringe, boca e nariz) e articulado por meio dos lábios, língua, bochechas, mandíbula e palato.
Na docência um dos principais recursos utilizados é a voz, esta é responsável pelos primeiros elos de contato entre professor – aluno. Portanto, é essencial que o professor tenha uma boa qualidade vocal, e hábitos corretos de postura, pois seu padrão de conduta, além de influenciar na transmissão de seus conhecimentos, é observado e, muitas vezes, imitado pelos alunos.
Com o objetivo de transmitir seus ensinamentos e manter a sala de aula atenta, muitos professores abusam da garganta, causando sérios danos a sua saúde vocal. Esses excessos e a má utilização da voz podem levar a uma disfonia causada pela manifestação de nódulos, pólipos, edemas, cistos, rouquidão, pigarros, etc.
A classe dos professores é uma das mais acometidas pelas disfonias, tendo como causas tanto a jornada de trabalho, que na maioria das vezes é excessiva, como também a falta de conhecimento de técnicas vocais apropriadas. (Frabon & Omote, 2000)
Grande parte dos estudiosos afirma que os ouvintes guardam na memória cerca de 10% do que ouvem. Porém, quando veem ou participam com o corpo, a retenção das informações aumenta para 20% ou 30%. Isso nos mostra que o professor pode e deve utilizar outros recursos para ensinar.
É importante que os professores procurem orientações com profissionais da área, fonoaudiólogos ou médicos otorrinolaringologistas, para verificarem as condições de sua voz. A falta de conhecimentos e cuidados com a voz muitas vezes acaba impedindo o professor a continuar sua docência.
A prevenção é a melhor maneira para se evitar problemas vocais. No entanto, são raros os profissionais que procuram  atendimento fonoaudiológico antes de se instalar um problema. Geralmente, apenas no momento em que se torna evidente sintoma como fadiga ao falar, falhas na voz, ou até mesmo quando já se estabeleceu uma patologia que os impossibilite de utilizar a mesma, é que o professor reconhece a importância da própria voz e os cuidados a serem tomados com ela.


Os primeiros sinais de que algo não vai bem com o aparelho fonador pode se manifestar por meio de uma série de alterações: EVITE

Usar a voz para competir com o barulho interno e externo da classe;
Roupas pesadas e que apertem a região do pescoço e abdome, pois dificultam os movimentos do diafragma;
Pigarrear ou tossir, hábitos que irritam as pregas vocais;
Chupar pastilhas, gengibre, cravo ou borrifar sprays. O efeito anestésico alivia os sintomas, mas as pregas vocais continuam machucadas;
Falar enquanto escreve na lousa. Isso faz com que o professor tenha que aumentar a intensidade de sua voz e que aspire pó de giz;
Falar de lado ou de costas para os alunos. Quando fazemos isso a tendência é aumentarmos a intensidade vocal;
Comer alimentos gordurosos ou muito temperados, que aumentam a produção e a espessura da secreção, dificultando a fala e a deglutição.
Fumar ou ingerir bebidas alcoólicas;
HABITUE-SE
Tomar água em temperatura ambiente durante as aulas, sempre em pequenos goles;
Repousar a voz entre as aulas;
Apagar a lousa com pano úmido, para evitar a inalação da poeira de giz;
Comer maçã regularmente. Ela é adstringente, ou seja, limpa o trato vocal e a sua mastigação exercita a musculatura responsável pela articulação das palavras;
Tomar diariamente sucos cítricos, como os de laranja e limão. Eles ajudam na absorção do excesso de catarro;
Espreguiçar-se e bocejar várias vezes ao dia. Esses movimentos relaxam a musculatura do corpo e da garganta;
Durante o banho, deixe a água quente cair nos ombros, fazendo leves movimentos de rotação com a cabeça e ombros. Isso ajuda a diminuir a tensão do dia-a-dia;
Fazer exercícios regularmente e cuidar da saúde como um todo, pois qualquer problema no corpo pode influenciar na produção da voz.
O enfraquecimento ou perda da voz no fim do dia;
Voz rouca na sexta-feira e com melhor qualidade
Após repouso no fim de semana;
Quebras na voz durante a fala;
Voz rouca por vários dias; diminuição do volume vocal;
Voz mais grave;
Dores e ardor na região da garganta;
Excesso de secreção (catarro);
Cansaço ao falar.
Algumas mudanças na rotina e pequenos cuidados cotidianos ajudam a prevenir distúrbios graves. De acordo com Pletsch (1997), Pinho (1997), Aydos (2000), a voz do professor é passível a inúmeras interferências, tais como: abusos vocais, condições climáticas, vícios, alimentação, distúrbios respiratórios, alterações hormonais e hidratação inadequada. Seguindo estas recomendações, os educadores estarão prevenindo-se de futuras alterações e males vocais. A atividade de educador exige um uso intensivo e contínuo da voz. Cabe aos mestres estar cientes das consequências que as alterações vocais podem causar na sua vida profissional, social e emocional. Os professores precisam aprender a tirar o máximo proveito de seu potencial vocal.
Cuidem- se, queridos professores!